sexta-feira, setembro 08, 2006

O Homem para lá do infinito


















*The man who measures the clouds de Jan Fabre, Bélgica


Enquanto um homem mede as nuvens, aqui fica um percurso pelo mundo através dos reflexos condicionados da Arte.

Boa viagem!

4 comentários:

Luísa disse...

Talvez pareça de tarada mas...
eu até gosto de estátuas
eheh

Mariana disse...

Lu,

Não te queria assustar, mais isso de preferires o frio da pedra ao calor humano...até me parece boa ideia. A pedra, pelo menos, é imutável, dela sabemos sempre o que esperar. Já com as pessoas a história é bem diferente. o calor sabe bem, mas depois é complicado lidar com as oscilações de temperatura.

Anónimo disse...

coitado do homem....vai passar ali a vida inteiro de braços esticados para ti.. tadinho... contudo, não deixa de ser arte nem de nos deixar a pensar, enquanto o observamos na sua incansável tarefa de medir as nuvens :) beijinhos linda

Anónimo disse...

bem, com o sono k estou, nem reparei nos erros que dei. aqui vai a segunda versão:

coitado do homem..vai passar ali a vida inteira de braços esticados para cima, erguidos para o céu dia e noite, faça chuva ou faça sol. Tadinho dele. Contudo, não deixa de ser uma forma de arte, sendo por isso uma forma de expressão livre e individual. Não nos deixa indiferente e faz-nos pensar no seu significado, enquanto o observamos na sua incansável tarefa de medir as nuvens.. beijinhos linda ;)