quinta-feira, abril 12, 2007

Quando eu nasci a minha irmã tinha dez anos. Hoje a minha mãe contou que a primeira vez que a mana Margarida ouviu o meu coração bateu deu pulos de alegria e gritava: A minha maninha, a minha maninha!
Como era bom poder ouvir-te gritar outra vez, mesmo agora, fora de um meio seguro
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Fotografia de Raimundo Alexandre Fortuna
Postado por Ana Marta Fortuna





6 comentários:

Bruna Pereira disse...

Os laços de sangue falam tão alto como as montanhas... E têm muitas raízes. Profundas.

Bom fim-de-semana, Mariana :)

luuuu disse...

Nao sei quem é a tua irmã...
mas és parecida com ela.

beijo

parole disse...

Não, a minha irmã é mil vezes mais bonita e aqui está a prova...

Mariana disse...

Uiii...mentira tão grande!!
Maninha há novidades do peixotinho...lembras?

anamartafortuna

Mariana disse...

Vou colocar um ponto final na discussão...são as duas lindas. Por tudo, mas fundamentalmente pelo amor que vos une.

Beijo*

Mariana disse...

Especialmente para a Bruna, e porque os laços de sangue são sagrados, nem a foto nem a irmã sã minhas. São de quem me acompanha neste diário, a Marta, que, ultrapassada a barreira sanguínea, é parte de mim como mais ninguém.

Beijos para todos*