















Por entre a tradição do azulejo português e da montra da decoração surge a defesa. Entre a nossa porta e a rua fica o aviso. É uma vida que se esconde por trás das grades, longe do mundo. Cuidadinho!Entre tu e eu há só distância, uma intimidade reservada que castra a própria vida. Os olhares que se escondem para lá das sebes deixam o aviso...Cuidado com o cão! Apesar do aviso, resiste a vontade de invadir...e partiu-se a vidraça.
Súplica
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga é o nome literário de Adolfo Rocha, nascido em S. Martinho de Anta a 12 de Agosto do ano de 1907.
Cristina Castro – voz, acordeão, percussões.
Ricardo Coelho – sopros, gaita-de-foles galega e transmontana, gralha, percussões.
Hélio Ribeiro – guitarra, bandolim, voz e percussões.
Adérito Pinto – baixo e percussões.
Tiago Soares – bateria tradicional, adufe, tar, bilha, sansula, darbuka, percussões variadas.
Telf: 962 568 471
Email: contacto@penaterra.com

Um dia apaixonei-me!Tenho a certeza disso...quantas vezes tenho 13 anos e quero ir buscar esse amor ao fundo da caixa dos chapéus...
Doze pedaços de lua somente o trabalho do actor sobre o actor.
Centro Cultural de Campo, Valongo - 3 de Junho, 21h30
Quando eu nasci a minha irmã tinha dez anos. Hoje a minha mãe contou que a primeira vez que a mana Margarida ouviu o meu coração bateu deu pulos de alegria e gritava: A minha maninha, a minha maninha!

Quando era criança a primavera chegava assim...no cheiro!